Blog do Deco Bancillon

Trump derrotado: charge mostra último dia do republicano na Casa Branca

Donald Trump, que venceu Hillary Clinton em 2016, não conseguiu se reeleger presidente dos Estados Unidos. É a primeira vez em mais de um quarto de século que um ocupante da Casa Branca é batido facilmente por um desafiante.

DECO BANCILLON E PEDRINHO CHAN | BRASÍLIA

É, meus amigos. Quem diria que 2020, este ano tão difícil, tão desafiador, ainda nos reservaria fortes emoções? Covid-19, crise econômica, Babu não vencer o BBB. Pois é. As coisas estavam mesmo muito estranhas. Tão estranhas que o inesperado aconteceu. Donald Trump, o republicano bufão que venceu Hillary Clinton em 2016, não conseguiu se reeleger presidente dos Estados Unidos. É um feito inesperado, acredite. É a primeira vez em mais de um quarto de século que um ocupante da Casa Branca é batido facilmente por um desafiante.

O fim de governo Trump, marcado por polêmicas como o anúncio de construção do controverso muro na fronteira com o México – que seria pago pelos mexicanos, diga-se –, polêmicas com supremacistas brancos, acusações de envolvimento com prostitutas e muita, muita discussão a respeito da condução da Casa Branca na maior crise do século 21, a pandemia global de coronavírus.

A gestão Trump vai deixar um legado não só para os EUA quanto para o mundo. Um legado de polêmicas, falta de decoro ao cargo de presidente e uma condução de governo que olha para apenas um lado, se esquecendo que o comando de uma nação não pode ser feito apenas para aliados, mas sim para todos.

Que essa experiência da eleição dos EUA mostre a todos que em um mundo cada vez mais desafiador, é necessário construir pontes para conectar a todos, brancos ou negros, homens ou mulheres, velhos ou crianças. E não muros.

Que seja o início de um novo momento para a política mundial. Com mais diálogo e respeito.

Nessa charge para o blog Deco Bancillon, o humorista Pedrinho Chan resume o que ele imagina que será o último dia de Trump na Casa Branca. Em 31 de dezembro de 2020, no apagar das luzes do ano, ao se despedir de sua morada pelos últimos quatro anos, Trump levará consigo apenas suas convicções e bandeiras pessoais.

O faça a América grande de novo (make américa great again) deu lugar à chacota, à vergonha.

É hora de limpar a poeira varrida para debaixo do tapete e abrir as janelas para fazer o novo entrar.

Seja bem-vindo, Joseph Robinette Biden Jr.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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